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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

10 Dicas para evitar o câncer


1 - Não fumar ou usar quaisquer outros produtos de tabaco. Se você já tentou parar antes, não desista - eventualmente algo vai funcionar.

2 - Seja rastreamento de câncer regularmente (mama, cólon, próstata, colo do útero e pele deve ser testado - pergunte ao seu médico para intervalos e idade em que para começar). Encontrar precoce do câncer pode aumentar muito suas chances de cura e reduzir o risco de morrer da doença.

3 - Mantenha o seu baixo consumo de álcool. Isso significa não mais do que dois drinques por dia para homens e um drinque por dia para mulheres. Mantendo a sua ingestão de álcool para o nível mínimo diário não significa que você pode "salvar-se" todas as suas bebidas para uma semana e farra na noite sexta-feira com seu semanário "loteamento".

4 - Proteja a sua pele do sol. Use protetor solar sempre que sair de casa (de preferência um com FPS 30 ou superior que protege contra os raios UVA e UVB). Mantenha coberta com um chapéu largo e óculos escuros.

5 - Manter um estilo de vida fisicamente ativo. Você não precisa ser um atleta para obter o benefício do exercício. Atividades como caminhada rápida, ciclismo, dança ou qualquer exercício que aumenta a sua taxa de coração e faz você suar será benéfico.

6 - Mantenha o seu peso dentro do normal para a sua altura. Isso significa manter a um índice de massa corporal (IMC) de 25 ou menos. (Você pode calcular o IMC você com calculadoras on-line). Tente ficar dentro de 5 a 10 libras do que você pesava aos 18 anos.

7 - Evite tomar a terapia hormonal na menopausa. Se você precisa tomar hormônios, limitar o seu uso a menos de cinco anos.

8 - Considere tomar medicamentos, depois de consultar um médico, para reduzir o risco de câncer. Existem vários medicamentos que foram testados e encontrado eficaz para reduzir o risco de câncer.

9 - Evite exposição a substâncias causadoras de câncer. Exposição à radiação e alguns produtos químicos são conhecidos por causar câncer.

10 - Comer uma dieta de câncer risco de redução. O papel da dieta no cancro está longe de ser estabelecida, mas a pesquisa sugere que uma dieta baseada em vegetais está associado com o menor risco para vários tipos de câncer, especialmente para o câncer de cólon. Diretrizes incluem: Mantenha o seu consumo de carne vermelha a não mais de 4 gramas de carne vermelha (aproximadamente do tamanho de um baralho de cartas) por dia, em média, evite carnes processadas, como salsichas e mortadela; comer uma variedade de vegetais sem amido e frutas todos os dias, pelo menos cinco porções; e minimizar o consumo de bebidas açucaradas, sucos, sobremesas e doces, pães refinados e bagels, e batatas fritas.

Câncer Tumor na Pituitária



Um tumor na glândula pituitária pode levar ao surgimento de doenças como o gigantismo e o nanismo, dentre outras. Muitas vezes a função da pituitária fica prejudicada pela proximidade de um tumor no cérebro.
Assim, o tumor não precisa estar exatamente dentro da glândula para que seu funcionamento fique prejudicado. Basta um tumor, mesmo que benígno cresça ao seu lado e pressione suas paredes para que a glândula deixe de funcionar corretamente.
O tumor na hipófise pode surgir devido a uma diferenciação no processo de crescimento das próprias células da glândula.
Tratamento
O tratamento para casos de tumor na hipófise é a radioterapia ou a quimioterapia dependendo do estágio da doença. Uma cirurgia para a retirada do tumor também é uma das opções de tratamento existentes, embora seja preciso avaliar com calma seus riscos e benefícios.
Prevenção
Não há medidas preventivas contra a condição inicial, mas o tratamento imediato pode evitar que as complicações associadas a essa doença se acentuem.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Câncer Tumor carcinóides


Os tumores carcinóides têm sido denominados “Câncer de evolução lenta” devido ao facto de crescerem de forma indolente. Eles apresentam igualmente uma menor probabilidade, em relação aos outros tumores, de se disseminarem (metastizarem) para outras partes do corpo. No entanto, por vezes, estes tumores crescem e disseminam-se com bastante rapidez.
A maior parte dos tumores carcinóides têm início no intestino delgado, mas cerca de 25% destas neoplasias originam-se nos pulmões. Estes tumores correspondem a apenas uma pequena percentagem de todos os tumores do pulmão. Alguns tumores carcinóides produzem hormonas que podem causar diversos sintomas.
No pulmão existem dois tipos de tumores carcinóides: os típicos e os atípicos. Os tumores carcinóides típicos são cerca de nove vezes mais comuns e apresentam uma menor probabilidade de se disseminarem para fora dos pulmões.
Os tumores carcinóides do pulmão ocorrem com igual frequência nas mulheres e nos homens, geralmente entre os 45 e os 55 anos de idade, e apresentam uma menor probabilidade de produzirem hormonas.
Tratamento
A cirurgia constitui o tratamento principal para os tumores carcinóides, mas o procedimento exacto depende da localização do tumor. Se este se situar numa via aérea de grande calibre, o cirurgião pode remover apenas a secção da via aérea que contém o tumor. Por outro lado, se este se localizar na zona periférica do pulmão, o cirurgião pode remover uma pequena parte do pulmão que inclui o tumor. Aqueles de maiores dimensões ou múltiplos requererem a remoção de um lobo do pulmão (lobectomia) ou mesmo da sua totalidade (pneumectomia).
A necessidade de tratamento adicional irá depender da possibilidade de remover a totalidade do tumor e do cancro se ter disseminado para os gânglios linfáticos.
A quimioterapia não é eficaz nos tumores carcinóides. Actualmente, este tratamento é utilizado apenas quando os tumores se disseminaram para outras partes do corpo.
Se o tumor produzir hormonas que causam sintomas desconfortáveis pode ser prescrito octreótido. Este medicamento pode aliviar o rubor facial, a diarreia, bem como outros sintomas, existindo alguma evidência de que também ajudar a prevenir ou a reverter o crescimento do tumor. Contudo, o octreótido não proporciona a cura do tumor e é utilizado apenas quando a doença já se disseminou.
Outro medicamento, o alfa-interferão, também pode ser utilizado em associação com o octreótido. Esta substância estimula o sistema imunitário dos indivíduos, pode ajudar a diminuir o tamanho dos tumores e aliviar os sintomas.
Prevenção
Ao contrário da maior parte dos tumores do pulmão, os tumores carcinóides não foram associados ao tabagismo, à poluição atmosférica ou à exposição a substâncias químicas. Não existem quaisquer formas conhecidas para prevenir este tipo de câncer.

Câncer Linfoma Cutâneo


O linfoma cutâneo de células T é uma enfermidade dos linfócitos T. O linfoma cutâneo de células T habitualmente se desenvolve lentamente em períodos de vários anos. Nas etapas iniciais o paciente pode sentir coceiras na pele e apresentando áreas secas e escuras.

À medida que a enfermidade avança, podem aparecer tumores na pele, uma condição clínica chamada de micose fungóide.

Quanto maior a área cutânea afetada pela enfermidade, maior é a possibilidade de que a pele seja infectada. A enfermidade pode se disseminar para os nódulos linfáticos e a outros órgãos do corpo, como baço, pulmões e fígado. Quando um número elevado de células tumorais é encontrado nos linfonodos, essa condição é denominada de Síndrome de Sézary.

O paciente que apresenta sintomas de linfoma cutâneo deve consultar um médico para a realização de uma biópsia (retirada de uma parte crescida da pele para ser observada no microscópio).
Tratamento
O tratamento pode ser utilizado com sucesso no linfoma cutâneo de células T, dependendo do da classificação há três tipos de tratamentos que podem ser empregados:

- Radioterapia: uso de raios de alta energia para eliminar células cancerosas.

- Quimioterapia: uso de medicamentos para destruir as células cancerosas.

- Fototerapia: uso de luz e medicamentos especiais para fazer com que as células cancerosas fiquem mais sensíveis à luz.

A radioterapia consiste no uso de raios de alta energia para destruir células cancerosas, reduzindo o tamanho dos tumores. Para o tratamento do linfoma cutâneo de células T, geralmente se utilizam raios especiais de pequenas partículas chamadas elétrons, que são aplicados em toda a pele.

A quimioterapia consiste no uso de medicamentos para destruir as células cancerosas.
A quimioterapia administrada pode ser sistêmica, onde o medicamento entra na corrente sangüínea, viaja através do corpo e elimina células cancerosas, podendo ser administrada por via oral, intravenosa ou intramuscular.

No linfoma cutâneo de células T, os medicamentos quimioterápicos podem também ser administrados em forma de creme ou loção, quando a doença é localizada, com a aplicação diretamente na pele, chamada de quimioterapia tópica.

A fototerapia consiste no uso de luz para eliminar as células cancerosas na pele. O paciente recebe um medicamento que torna as células cancerosas tornem-se sensíveis à luz e, em seguida, é focada uma luz especial sobre as células cancerosas para eliminá-las.

O transplante alogênico de medula óssea é usado na substituição da medula óssea afetada por uma medula óssea sã. O procedimento consiste na destruição da medula óssea do paciente com doses elevadas de quimioterapia, com ou sem radioterapia. Em seguida, a medula de um doador é transplantada. O paciente recebe a medula do doador por meio de infusão endovenosa.

No transplante autólogo de medula óssea a medula óssea do paciente é coletada e tratada com medicamentos para eliminar as células cancerosas. Em seguida, a medula é congelada e conservada. O paciente recebe, então, doses elevadas de quimioterapia, com ou sem radioterapia, para destruir o restante de sua própria medula. Após esse procedimento, a medula conservada é descongelada e infundida no paciente substituindo, então, sua a medula óssea.
Prevenção
Vivendo com CTCL: Dicas e Orientações
O diagnóstico de linfoma pode provocar uma resposta emocional profunda aos pacientes, membros da família e demais amigos. Negação, depressão, desespero e medo são reações comuns.

O não entendimento do que está acontecendo, o desconhecido, o que acontecerá a seguir, são temas que os pacientes devem discutir a fundo e frequentemente com suas famílias, médicos e enfermeiras. O estresse emocional pode ser agravado por dificuldades no trabalho, nos negócios ou na interação com a família e os amigos. Explicações abrangentes, abordando perspectivas de remissão e planos de tratamento, podem trazer alívio em termos emocionais, auxiliando o paciente a focar-se no tratamento que tem pela frente e nas perspectivas de recuperação.

Membros da família ou entes queridos podem ter perguntas a respeito da quimioterapia e de métodos alternativos de tratamento. É melhor conversar diretamente com o médico a respeito de todas as dúvidas em relação ao tratamento. Os problemas e reações devem ser discutidos com os profissionais de saúde, que compreendem a complexidade das emoções e as necessidades especiais daqueles que convivem com o linfoma. Em todas estas situações, o psicólogo ou psico-oncologista pode ajudar.

Câncer Ocular


Os cânceres do olho são raros. O tipo de câncer ocular com maior incidência em adultos é o melanoma maligno da úvea, que inclui a íris, vasos sanguíneos e músculos. Entre os sintomas encontram-se perda de visão, flashes luminosos e ver (escotomas) pontos negros flutuantes que cruzam o campo de visão. O retinoblastoma, ou cancro da retina, é a forma mais comum de câncer ocular em crianças com menos de cinco anos. Pode ocorrer sozinho ou associado a outras doenças.
Tratamento
Durante muitos anos, o tratamento normal para o cancro ocular era a remoção cirúrgica do olho. Contudo, os novos tratamentos têm por objectivo controlar o câncer e preservar o olho. O tratamento específico escolhido depende do tipo de tumor, do tamanho e da localização.
Mais de 90 por cento das crianças com retinoblastoma podem ser curadas porque o câncer é normalmente limitado ao olho. O desafio clínico é focalizar o tratamento de maneira que dele não resulte cegueira e outras complicações sérias.
Radioterapia. Muitos retinoblastomas e melanomas oculares podem ser tratados com radioterapia de forma a destruir as células cancerígenas. A radioterapia é tão eficaz como a remoção cirúrgica do olho e a qualidade de vida daí resultante é melhor porque preserva a visão.
Radiocirurgia Gamma Knife. Este tipo de radioterapia, que dirige com precisão feixes de radiação directamente ao tumor, pode ser eficaz no tratamento de pequenos melanomas. Este tratamento tem um risco relativamente pequeno de efeitos secundários.
Tratamento com Laser. Os tratamentos com raios laser podem ser usados para combater os melanomas oculares e os retinoblastomas.
O tratamento convencional com laser usa um raio laser quente para destruir as células cancerígenas no olho. Apesar de ser rápido e indolor, muitas vezes causa limitações permanentes de visão.
A terapia laser fotodinâmica é mais precisa e menos destrutiva para a visão. Uma substância sensível à luz é injectada de forma intravenosa, depois um laser de baixa intensidade é dirigido com precisão dentro do olho para destruir as células cancerígenas sem danificar as células saudáveis. A termoterapia transpupilar usa um raio laser quente aplicado através da pupila.
Crioterapia. Este processo destrói as células cancerígenas congelando-as usando uma sonda fria. Quando a sonda toca a parede exterior do olho, a temperatura de congelação passa através da parede do olho e atinge a região-alvo dentro dele. A crioterapia é usada para alguns melanomas oculares e retinoblastomas.
Enucleação. Esta cirurgia é feita para remover todo o globo ocular.
É usada para melanomas oculares e retinoblastomas demasiado grandes para serem tratados de outra forma.
Quimioterapia. Por vezes, são prescritos medicamentos de combate ao câncer para serem usados ao mesmo tempo que a cirurgia para evitar que os cancros oculares criem metástases ou se disseminem a outros tecidos do corpo.
Prevenção
Reduzir a exposição solar, especialmente para pessoas que vivem em climas quentes, ajuda a prevenir o melanoma maligno. Quando no exterior a meio do dia, use um chapéu e óculos de sol que protejam totalmente dos raios ultravioletas.
Não há forma conhecida de prevenir o retinoblastoma, mas o diagnóstico precoce e o tratamento podem limitar as lesões que causa. Se há outras pessoas na família com retinoblastoma, todas as crianças devem ser examinadas por um oftalmologista pouco depois do nascimento.