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terça-feira, 9 de abril de 2013

Osteopetrose


Osso
Desordem Genética
Osteopetrose Causas
Genética

Osteopetrose Sintomas e Sinais
Perda De Visão (Encontrado Em Alguns Casos)
Dilatação - Baço
Infecções (Recorrente)
Anemia
Deformação
Crescimento Lento
Fragilidade - Osso
Perda Auditiva (Encontrado Em Alguns Casos)
Paralisia (Encontrado Em Alguns Casos)
Deformação - Cabeça
Malformação - Dentes
Dores De Cabeça
Dor
Dilatação – Fígado

Encontrado em
Homens
Mulheres
Crianças

Hereditário
Sim

Contagioso
Não

Tratamento
Transfusões
Suplementação

Prevenção
Desconhecido
Aconselhamento Genético

Cistite intersticial


A cistite intersticial, ou a cistite intersticial crônica é uma síndrome clínica que atinge o sistema urinário inferior, causando sintomas urinários e dor pélvica, na ausência de outras causas identificáveis. É também chamada de Síndrome da Bexiga Dolorosa.

Diagnóstico

São critérios de exclusão aceitos: Frequência urinári diurna menor que 5 vezes.Urodinâmico com contrações não inibidas do detrusor, capacidade vesical maior que 350mL ou ausência de urgência com 150mL serve para descartar o diagnóstico. Ausência de noctúria e duração do quadro menor que 9 meses. À cistoscopia com hidrodistensão (80 cm H2O) espera-se: Petéquias – 10 por quadrante – ao menos 3 quadrantes , áreas hemorrágicas difusas, fissuras lineares, trabeculações, úlcera de Hunner (10% das pacientes).
A cistoscopia é importante também para excluir o carcinoma vesical.

Tratamento

O tratamento pode ser comportamental, medicamentoso ou cirúrgico. A escollha da melhor opção vai depender de cuidadosa avaliação médica.
O tratamento pode ser inicialmente comportamental: Alimentar (refrigerantes,chocolate, sucos ácidos), eliminar café / cigarro, exercícios, redução do estresse, treinamento vesical,biofeedback.
O medicamentoso via oral pode ser feito com o polisufato de pentosano sódico, anti-depressivos tricíclicos, anti-histamínicos e anti-convulsivantes.
O medicamentoso tópico intravesical como Dimetyl-Sulfoxide.
O círurgico é a hidrodistensão sob anestesia.

Mastite


A mastite é uma inflamação das glândulas da mama causada pelo acúmulo de leite e acontece com maior frequência no pós-parto, principalmente na primeira gestação. A mastite pode ocorrer em uma mama ou nas duas e as características são mamas vermelhas, endurecidas, doloridas e quentes.
A forma de evitar a inflamação é não permitir o acúmulo de leite nos ductos. Nesses casos, as mamães devem realizar uma massagem nos seios no chuveiro quente após a mamada. Para retirar o leite excedente, basta fazer uma massagem na auréola e no restante da mama com a mão espalmada. Depois, deve-se segurar o seio com o polegar em cima do bico e o indicador embaixo e fazer um movimento de ‘aperta e solta’.
A ginecologista Andréa Godoy Lopes alerta que esse método é correto apenas para quando ainda não há a mastite no seio, realizando um exercício profilático, ou seja, de prevenção. “Quando existe inflamação ou infecção, a mulher não deve utilizar temperatura alta sobre as mamas, pois aumenta o processo inflamatório”.
O tratamento da mastite é feito normalmente com antiinflamatórios, antibióticos e compressas de gelo. Qualquer método deve ser indicado exclusivamente pelo médico que acompanha a mamãe e o bebê.

Prevenção
Muito comum cerca de duas semanas após o parto, essa inflamação seguida de infecção atinge as glândulas mamárias e acontece quando se produz mais leite do que necessário
O bebê acabou de mamar, mas continua sobrando leite no peito? Então, trate logo de massagear as mamas para retirar o que restou. Esse cuidado é importante, principalmente, nos primeiros dias de amamentação, quando a mãe pode produzir mais leite do que a criança precisa. Nesse caso, se a ordenha manual não for realizada, o líquido parado nas mamas pode endurecer e virar um prato cheio para as bactérias.

Daí, é um pulo para a mastite, uma inflamação seguida de infecção que atinge as glândulas mamárias. "Trata-se de uma doença oportunista, que costuma ocorrer cerca de duas semanas após o parto", explica a enfermeira Márcia Regina da Silva, encarregada do curso de gestantes do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Segundo ela, são mais suscetíveis ao mal as mães que não repousam apropriadamente, sem falar nas que não se alimentam nem fazem a reidratação adequada para compensar a perda de líquidos durante a amamentação.

Tratamento
O médico assistente indicará qual a medicação que a mãe deve seguir. Entretanto é fundamental que a mãe
:
- repouse,
- retire o leite manualmente ou com extractor,
- 
continue a amamentar do lado não afectado, se a terapêutica instituída não for prejudicial para o bebé.

Habitualmente a situação melhora em um ou dois dias.

Trombose


Sinônimos: Trombose venosa profunda, coágulos sanguíneos nas pernas
A trombose venosa profunda é a formação de um coágulo sanguíneo em uma veia localizada no interior de uma parte do corpo, geralmente nas pernas.

Tratamento
Seu médico receitará um medicamento para afinar seu sangue (chamado anticoagulante). Isso evitará que se formem mais coágulos ou que os antigos fiquem maiores. Essas drogas não podem dissolver coágulos existentes.
A heparina é geralmente a primeira droga ministrada.
·         Se a heparina for ministrada por via intravenosa (IV), você deverá ficar no hospital.
·         Formas mais novas de heparina podem ser ministradas por injeção uma ou duas vezes por dia. É possível que você não precise ser hospitalizado, ou tenha de ficar pouco tempo, se for prescrita esta forma mais nova de heparina.
Uma droga chamada varfarina (Coumadin) geralmente é iniciada junto com a heparina.
·         A ingestão de varfarina é via oral. Ela leva alguns dias para fazer efeito total.
·         A heparina não deve ser interrompida até a varfarina ter sido ministrada na dose correta por, pelo menos, 2 dias.
·         Você provavelmente tomará varfarina por, pelo menos, 3 meses. Algumas pessoas devem tomá-la pelo resto de suas vidas, dependendo do risco de ter outro coágulo.
Quando estiver tomando varfarina, você terá mais propensão à hemorragia, mesmo em atividades com as quais esteja acostumado.
Alterar o modo de tomar a varfarina, tomar determinados medicamentos e ingerir certos alimentos podem alterar o modo como a varfarina funciona em seu corpo. Se isso ocorrer, você poderá ter mais propensão a ter formação de coágulo ou problemas de hemorragia. Nunca interrompa a medicação nem altere a dose sem consultar o seu médico.
Se você estiver tomando varfarina:
·         Tome o medicamento da maneira prescrita por seu médico
·         Consulte o médico para saber o que fazer se você esquecer-se de tomar uma dose
·         Você precisará fazer exames de sangue com frequência para se certificar de que está tomando a dose certa
O médico prescreverá meias de compressão para usar em ambas as pernas ou em uma delas. As meias de compressão melhoram o fluxo sanguíneo das pernas e reduzem o risco de ter coágulos sanguíneos. É importante usá-las todos os dias.
Em casos raros, pode ser necessária uma cirurgia se os medicamentos não funcionarem. A cirurgia pode envolver:
·         Colocação de um filtro na maior veia do corpo para impedir que coágulos sanguíneos se desloquem para os pulmões
·         Remoção de um coágulo sanguíneo grande da veia ou injeção de medicamentos trombolíticos

Prevenção

Use as meias de compressão que seu médico prescreveu. Elas melhorarão o fluxo sanguíneo em suas pernas e reduzirão o risco de ter coágulos sanguíneos.
Os médicos podem prescrever anticoagulantes para ajudar a prevenir a TVP em pessoas com risco alto ou naquelas que estiverem sendo submetidas a uma cirurgia de alto risco.
Movimentar suas pernas com frequência durante longas viagens de avião ou automóvel ou em outras situações nas quais você fica sentado ou deitado por longos períodos pode ajudar a prevenir a TVP. As pessoas com alto risco de coágulos sanguíneos podem precisar de injeções de heparina quando estiverem em um voo que dura mais que 4 horas.
Não fume. Se você fuma, pare. As mulheres que estiverem tomando pílulas anticoncepcionais ou estrogênio devem parar de fumar.

Hemorroida


Sinônimos: Nódulo no reto, nódulo retal
Hemorroidas são veias inchadas e dolorosas na parte inferior do reto ou do ânus.

Tratamento
O tratamento para hemorroidas inclui:
·         Pomadas com corticoides vendidas sem receita que ajudam a reduzir a dor e o inchaço
·         Pomadas para hemorroidas com lidocaína que ajudam a reduzir a dor
·         Emolientes que ajudam a reduzir o esforço e a constipação
Loção feita da casca de hamamélis (aplicada com cotonetes) pode reduzir o prurido. Outros cuidados para reduzir a coceira incluem:
·         Usar roupas íntimas de algodão.
·         Evitar papel higiênico com perfume ou colorido (usar lenços perfumados em seu lugar).
·         Evitar coçar a área.
Banhos de assento podem ajudá-lo a se sentir melhor. Sente-se em água morna por 10 a 15 minutos.
Se as hemorroidas não melhorarem com tratamentos caseiros, você pode precisar de uma espécie de tratamento com calor para diminuir as hemorroidas. Ele é chamado de coagulação infravermelha. Isso pode ajudar a evitar a cirurgia.
A cirurgia que pode ser realizada para o tratamento de hemorroidas inclui ligadura elástica ou hemorroidectomia. Esses procedimentos geralmente são usados em pacientes com dor ou hemorragia grave que não responderam a outros tratamentos.

Prevenção

A constipação e o esforço durante a evacuação aumentam o risco de hemorroidas. Para evitar a constipação e as hemorroidas, você deve:
·         Beber bastante líquido, pelo menos oito copos por dia.
·         Seguir uma dieta com alto teor de fibras de frutas, verduras e cereais integrais.
·         Cogitar o uso de suplementos de fibras.
·         Usar emolientes para evitar o esforço.

sábado, 6 de abril de 2013

Hipoglicemia


Sinônimos: Choque de insulina, nível de açúcar baixo
Hipoglicemia é um problema que ocorre quando o nível de açúcar no sangue (glicose) encontra-se muito baixo.
Quando o nível de açúcar no sangue é menor do que 70 mg/dL, ele é considerado baixo. Níveis de açúcar no sangue nesta condição ou abaixo disso podem causar danos.

Tratamento
O tratamento depende da causa.
Se for diabético, verifique sua glicose sempre que apresentar sintomas de baixo nível de açúcar no sangue. Se o nível de açúcar estiver baixo (70 mg/dL), será preciso se tratar imediatamente.
Coma algo que tenha em torno de 15 gramas de carboidratos. Por exemplo:
·         3 pastilhas de glicose
·         Meio copo (120 ml) de suco de fruta ou refrigerante normal
·         5 ou 6 balas
·         1 colher de sopa de açúcar puro ou dissolvido em água
·         1 colher de mel ou xarope
Espere cerca de 15 minutos antes de comer outra coisa. Cuidado para não comer demais. Isso pode causar níveis altos de açúcar no sangue e ganho de peso.
Verifique sua glicose novamente.
·         Se não se sentir melhor em 15 minutos e a glicose ainda estiver baixa (menor que 70 mg/dL), coma algo que tenha em torno de 15 gramas de carboidratos novamente.
·         Pode ser necessário comer algo que contenha carboidratos e proteínas, se seu nível de açúcar estiver em uma faixa segura (maior que 70 mg/dL) e faltar mais de uma hora para a próxima refeição.
Se os procedimentos para aumentar o nível de açúcar no sangue não funcionarem, ligue para o médico imediatamente.
Pessoas com hipoglicemia aguda são tratadas com injeções de glicose ou com o hormônio glucagon. O tratamento imediato é necessário para evitar complicações sérias ou morte.
Se a hipoglicemia for causada por um insulinoma (tumor que produz insulina), a cirurgia para retirada do tumor é o melhor tratamento.

Prevenção

Se for diabético, siga as recomendações médicas sobre alimentação, medicamentos e exercícios.
Prevenir a queda do nível de açúcar no sangue é melhor do que tratá-la. Ao exercitar-se, verifique o nível de açúcar no sangue. Tenha sempre algum lanche ao tomar insulina ou outro remédio que baixe o nível de açúcar no sangue.
Pergunte ao médico ou enfermeiro se é preciso fazer um lanche antes de dormir para evitar a queda de açúcar no sangue durante a noite. Alimentos ricos em proteínas são os melhores.
Não ingira álcool sem se alimentar. Se beber, tome uma ou duas doses, no máximo.
O médico pode recomendar a mudança da alimentação para que as mesmas quantidades de açúcar sejam ingeridas durante o dia. Pode ser recomendado fazer refeições pequenas e frequentes que contenham carboidratos complexos, fibras e gorduras, e evitar açúcares simples, álcool e sucos de fruta.
Faça as refeições em horários regulares. Ingira alimentos extras quando fizer exercícios demias.
Se tiver histórico de hipoglicemia, tenha sempre com você um lanche ou bebida com açúcar. Coma o lanche assim que os sintomas aparecerem.

Labirintite


Sinônimos: Tontura, vertigem, Inflamação do labirinto
Labirintite é um distúrbio do ouvido que inclui irritação e inchaço do ouvido interno.

Tratamento

A labirintite normalmente desaparece em algumas semanas. O tratamento envolve reduzir os sintomas, como a sensação de estar girando. Entre os medicamentos que podem reduzir os sintomas da labirintite estão:
·         Antihistamínicos
·         Corticoides como prednisona quando os sintomas são graves
·         Medicamentos como compazine para controlar náusea e vômitos
·         Medicamentos para aliviar a tontura, como meclizine ou escopolamina
·         Hipnóticos sedativos como Valium
Problemas persistentes de equilíbrio podem melhorar com fisioterapia. Para evitar que os sintomas da labirintite piorem durante os episódios de labirintite, tente o seguinte:
·         Fique imóvel e descanse quando os sintomas se manifestarem.
·         Retorne à atividade gradualmente.
·         Evite mudanças de posição repentinas.
·         Não tente ler quando os sintomas surgirem.
·         Evite luzes fortes.
Quando os sintomas da labirintite ocorrerem, poderá ser necessária ajuda para caminhar. Evite atividades perigosas como dirigir, operar maquinário pesado e escalar até uma semana após o desaparecimento dos sintomas.

Prevenção

O tratamento imediato de infecções respiratórias e do ouvido pode ajudar a evitar a labirintite.

Síndrome de burnout


Síndrome de burnout é um distúrbio psíquico de caráter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso, definido por Herbert J. Freudenberger como "(…) um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional".

Prevenção
Tendo em vista que Burnout é um estresse psicossocial relacionado a determinadas condições e organização de trabalho, é importante identificar os seus fatores de risco para que possam pensar em intervenções adequadas para evitar, reduzir ou eliminar a Síndrome de Burnout. No que diz respeito ao trabalhador, esse deve considerar avaliar? suas estratégias de enfrentamento a situações de estresse, buscando dividir suas dificuldades com chefia, colegas de trabalho, amigos e familiares. Uma vida equilibrada, com atividade de lazer e hábitos de vida saudável, também auxilia na prevenção da síndrome.

Nesse sentido o trabalhador deve:
1.  Ter atitudes positivas em relação ao trabalho: (a) elogiar as pessoas que atende em seus progressos, desenvolvendo relações positivas com as mesmas, (b) procurar manter a confiança mesmo quando ocorrem fracassos, (c) ter em mente que atender/auxiliar as pessoas é seu trabalho e, portanto, trata-se de uma situação profissional (d) procurar ajustar as atitudes e expectativas de acordo com cada caso e situação. O profissional não é o único responsável pelo bem-estar dos que atende.
2.  Manejar o tempo apropriadamente: (a) estabelecer objetivos reais e flexíveis, (b) estabelecer prioridades entre as tarefas, (c) dominar o ritmo do trabalho, (d) usufruir o tempo livre prazerosamente, tendo claro que tempo livre não é somente descansar, mas realizar atividades gratificantes.
3.  Definir responsabilidades: (a) definir claramente as atribuições funcionais, (b) usar todos os recursos disponíveis para o trabalho, (c) ter o conhecimento econtrole adequado sobre sua área de trabalho, (e) solicitar ajuda tanto do ponto de vista técnico como emocional.
4. Manter-se aberto: (a) para efetuar mudanças no ambiente de trabalho, (b) modificar os métodos de trabalho (c) solicitar retorno de como seu trabalho está sendo realizado e, em função disso, aceitar mudanças e sugestões.
5. Manter-se atualizado: (a) buscar a realização de cursos, seminários e grupos de discussão, (b) aprimorar as habilidades de comunicação e de relacionamento interpessoal.
6. Cuidar de si: a) o cuidado do outro depende do seu cuidado, (b) lembrar que você é parte importante da relação profissional/cliente, mas não é a única, (c) lembrar que sua saúde física e mental é responsabilidade sua, faz parte do seu instrumental de trabalho. Ter sempre em mente que você escolheu essa profissão.

Tratamento
Há diferentes formas de intervenção em nível individual, no entanto, é importante destacar suas limitações, podendo inclusive mascarar o problema devido ao consenso de que Burnout tem suas raízes na organização do trabalho. Há importantes advertências sobre consequências quando se pensa em intervenções unicamente voltadas ao trabalhador. Esse foco de intervenção não há dúvidas de que beneficia o trabalhador, mesmo que de forma temporária, no entanto, pode reforçar a concepção equivocada de que esse é um problema do indivíduo e a ele cabe a sua solução, reforçando seu sentimento de fracasso, isolamento e baixa autoestima. A intervenção deve privilegiar a organização do trabalho, forma de execução e contexto social mais amplo. Burnout não é um fenômeno intrapsíquico, mas psicossocial.
Na suspeita de adoecimento, o trabalhador deve procurar auxílio médico e psicológico para realização do adequado diagnóstico, tendo em vista que Burnout apresenta sintomas e dificuldades semelhantes a outras patologias laborais. Caso confirmado o diagnóstico, o tratamento geralmente é realizado através de terapia cognitivo-comportamental com foco nos mecanismos de enfrentamento de situações de estresse no trabalho.

TPM (Tensão Pré-Menstrual)


Ela é tão comum, quanto desconhecida. Apesar de muitas mulheres sofrerem com a tensão pré-menstrual - ou simplesmente TPM - todos os meses, este problema parece não estar completamente esclarecido, seja em relação seus sintomas, prevenção e tratamento.  Para se ter uma ideia, cerca de 30% das mulheres se queixa de TPM, sendo que os desconfortos não são apenas físicos, como o incômodo na região abdominal. A irritabilidade, a alta sensibilidade e um desejo incontrolável de consumir doces são alguns exemplos dos seus sintomas emocionais.
“Pesquisas indicam que existe uma íntima relação entre os hormônios sexuais femininos, as endorfinas (substâncias naturais ligadas à sensação de prazer) e os neurotransmissores, como a serotonina, que explicam os sintomas e sua severidade em, aproximadamente, 8% das mulheres”, esclarece a ginecologista Rosa Maria Neme (CRM SP-87844), doutora em Medicina na área de Ginecologia pela Universidade de São Paulo e Diretora do Centro de Endometriose São Paulo.
Contudo, para quem sofre de cólica no período menstrual a especialista dá um alerta: “Este sintoma pode estar relacionado a outros problemas, como endometriose, por exemplo, mas não representa uma alteração típica acionada pela TPM”.

Prevenção
Como evitar ou diminuir as mudanças bruscas no humor e no organismo feminino? Para controlar a TPM, o ideal é manter uma vida equilibrada e realizar exercícios físicos aeróbicos regulares. “Sabe-se que a prática dos exercícios, além de aliviar o estresse, mantém os níveis hormonais mais estáveis e, dessa forma, evitam as alterações bruscas de humor”, explica.
Outro ponto que deve ser considerado importante é a alimentação. Sintomas da TPM que ocorrem cerca de 10 dias antes da menstruação, podem ser causados por baixas de cálcio e vitamina B6 no organismo. Assim, alimentos ricos em cálcio, como leite, iogurte, queijo, sorvete (em versões desnatadas e menos gordurosas). Peixes, salmão, vegetais verdes também são importantes.
Outros alimentos como banana, batata, lentilha, carnes, grãos integrais, vegetais verdes, abacaxi, manga e milho são ótimas fontes de vitamina B6. Alimentos ricos em fibras, como as frutas, legumes e verduras em geral, podem também auxilia r na diminuição dos níveis de estrógeno nesta fase do ciclo menstrual, melhorando os sintomas da TPM.
“Alimentos com efeito diurético, ricos em ácidos graxos essenciais, encontrados no óleo de prímula e o ginko biloba, chá verde, frutas com efeito diurético como melancia, melão e alcachofra podem auxiliar a combater o inchaço nesta fase. Estimulantes, como o chá preto, café e chocolate devem ser evitados neste período”.

Tratamento
Atualmente, a utilização de métodos hormonais que bloqueiam a menstruação, como o Sistema intra-uterino medicado com progesterona e o uso de novas pílulas contraceptivas de última geração que apresentam o hormônio progesterona com efeito diurético, têm sido consideradas as novas armas no combate ao problema.
“Tratamentos com vitaminas, fitoterápicos, e até medicações mais potentes, como antidepressivos, também fazem parte das indicações médicas. Isto dependerá da gravidade dos sintomas. A psicoterapia também pode ajudar bastante, deste que seja prescrita pelo médico. Atualmente, um novo contraceptivo que apresenta estrogênio natural (valerato de estradiol) ao invés do sintético (etinil estradiol) também pode ser uma arma importante no combate a TPM”

Gastrite


A gastrite ocorre quando o revestimento do estômago fica inflamado ou inchado.
A gastrite pode durar por pouco tempo (gastrite aguda) ou pode durar de meses a anos (gastrite crônica).

Tratamento

O tratamento para a gastrite depende da causa específica. Algumas das causas podem desaparecer com o tempo.
Você pode precisar parar de tomar certos medicamentos que possam causar gastrite, mas fale com seu médico primeiro.
Você pode usar outro medicamento de venda livre ou controlada que diminua a quantidade de ácido no estômago, como:
·         Antiácidos
·         Antagonistas H2: famotidina, cimetidina, ranitidina e nizatidina
·         Inibidores da bomba de prótons (IBP) -- omeprazo, esomeprazol, iansoprazol, rabeprazol e pantoprazol
Os antiácidos podem ser usados para tratar a gastrite crônica causada pela infecção pela bactéria Helicobacter pylori.

Prevenção

Evite o uso de agentes irritantes por longos períodos, tais como analgésicos, anti-inflamatórios ou álcool.