Cuidar da saúde não tem idade! Uma avaliação cardiológica é importante
em qualquer fase da vida. Nos dias de hoje, em função da qualidade e ritmo que
vivemos, do estresse e problemas do dia a dia, a prevenção deve ser iniciada
cedo. Se você tem 20, 30 anos e nunca notou nenhum sintoma, mantenha assim
mesmo seu check-up sempre em dia. Não deixe para procurar um médico apenas
quando sentir algo muito errado. Algumas doenças são descobertas sem querer,
mas em fase inicial, o que aumenta a chance de tratamento e de recuperação mais
rápida. Aproveite este início de ano para ver se está tudo certo com sua saúde,
especialmente a do seu coração.
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domingo, 19 de abril de 2020
Dar atenção aos fatores de risco
Se por um lado há quem tenha o diagnóstico e negligencie as
recomendações, por outro existem aqueles que ignoram fatores de risco e
preferem manter hábitos que podem futuramente ser prejudiciais ao coração. Por
isso, é importante ressaltar: tabagismo, obesidade, sedentarismo, uso abusivo
de álcool, dietas pouco saudáveis podem desencadear problemas cardíacos. E
quanto maior o número de fatores de risco combinados, maiores são as chances de
desenvolver uma doença cardíaca.
Seguir as recomendações médicas
Pessoas que são portadoras de hipertensão arterial, diabetes,
dislipidemia (presença de níveis elevados de lipídios - gorduras - no sangue) e
problemas cardiovasculares são as que devem dar atenção especial à saúde ao
longo de todo o ano. Quem tem essas doenças precisa estar atento e fazer o
controle adequado, não podendo se dar ao luxo de suspender temporariamente ou
tomar irregularmente as medicações, uma vez que qualquer descuido pode ser
muito prejudicial e ter consequências graves. Há certas doenças em que não
basta tomar um medicamento por certo período e simplesmente parar que o corpo
reagirá bem. É preciso seguir o tratamento, com adaptações no estilo de vida,
alimentação, ambiente em que se vive e o uso de remédios. Para dimensionar o
problema, a falta de controle da pressão arterial ou colesterol por períodos
longos podem acarretar em riscos de acidente vascular cerebral e da degeneração
de artérias coronárias ou de outros sistemas vasculares. No caso do tratamento
de diabetes, não dar a devida atenção às recomendações médicas em relação à
dieta, medicamentos e atividade física e permanecer com níveis elevados da
hemoglobina glicada pode não apresentar problemas imediatos, mas em longo prazo
há riscos do desenvolvimento de isquemia, insuficiência renal, retinopatia
diabética, doença arterial coronária, entre outras.
Deixar a preguiça de lado
Aqui entra aquela velha recomendação: praticar atividades físicas! Pode
até soar clichê, mas nem todos seguem essa ideia, por isso, é preciso sempre
reforçar. A prática regular de exercícios contribui para o bem-estar físico e
mental, auxilia no controle da obesidade, pressão e diabetes, redução do
estresse, entre outros benefícios. Se não tem tempo ou ainda não criou coragem
para entrar numa academia ou praticar um esporte regularmente, inclua mais
movimento no seu dia a dia: prefira as escadas ao invés do elevador; saia para
dançar; aproveite a energia das crianças que estão presentes na sua vida diária
para brincar; faça trajetos a pé - mesmo que sejam curtos; lembre-se de fazer
intervalos durante o expediente de trabalho e aproveite para esticar-se e
caminhar pelo escritório; antes de sair da cama, espreguice o corpo e dedique
alguns minutos a exercícios de alongamento e flexibilidade. As possibilidades
são infinitas. Use sua criatividade e afaste a preguiça!
Ter um animal em casa
Você sabia que os animais de estimação podem contribuir com a saúde do
seu coração? Já é cientificamente comprovado que os pets estão fortemente
associados com o controle de fatores de risco para doenças cardíacas, como
obesidade, hipertensão arterial, níveis elevados de triglicérides e colesterol.
O contato com os animais estimula a produção de diversos hormônios do bem, como
endorfina, prolactina e oxitocina, substâncias que atuam na regulação de taxas
de cortisol (hormônio relacionado ao estado de alerta), o que contribui no
combate ao estresse. Também liberada no organismo por conta dessa interação
homem-animal, a acetilcolina atua na redução da pressão arterial, da frequência
cardíaca e respiratória. Já a sensação de bem-estar, felicidade e conforto gerada
nesse convívio resulta na diminuição dos níveis de adrenalina - substância
ligada ao aumento da pressão arterial. Ter um pet em casa ainda inibe a
sensação de isolamento social. Solidão, ansiedade e depressão são outros
fatores desencadeantes de problemas no sistema cardiovascular que a convivência
com os bichos de estimação minimiza.
sábado, 18 de abril de 2020
Use fio dental
Uma pesquisa feita por
cientistas da Itália e do Reino Unido, publicada no site do Jornal da Faseb (do
inglês, "The Federation of American Societies for Experimental
Biology"), mostra que gengivas infectadas podem ser um fator de risco para
desenvolver problemas no coração. De fato, uma adequada higiene dental pode
reduzir o risco de aterosclerose, derrame e doenças no coração, independentemente
de outras medidas, como o controle do colesterol. "Há muito tempo se
suspeita de que a aterosclerose é um processo inflamatório e que a doença
periodontal tem um importante papel na aterosclerose", afirma Mario
Clerici, pesquisador do estudo.
Ter bons relacionamentos e cuidar das emoções
Família, amigos, companheiros... as relações e o ambiente em que vivemos
interferem - e muito! - na manutenção da nossa saúde, não apenas física, mas
também mental. Emoções relacionadas ao amor, alegria, felicidade e bom humor
levam ao relaxamento muscular, a vasodilatação, relaxamento intestinal,
secreção glandular, salivação, calor sem sudorese, ou seja, manifestações que
ajudam a prevenir as doenças cardiovasculares. Nesse sentido, é importante
prestar atenção no seu círculo de convivência, naquilo que você anda lendo e
assistindo. Avalie seus relacionamentos, faça uma pesquisa para levantar sites
interessantes, filmes e livros construtivos que vão acrescentar coisas
positivas na sua vida. Alguns estudos já revelaram que o cérebro registra e é
influenciado quando focamos apenas em notícias ruins, programas e filmes de
violência ou que estimulam nossos sentimentos e emoções negativas.
Pensar positivo
Iniciar um ciclo novo com uma mente positiva pode fazer toda diferença
quando o assunto é a saúde. Estudos apontam que as emoções e pensamentos
interferem diretamente na química, produção e liberação de hormônios e no
funcionamento do organismo como um todo. Os sentimentos podem influenciar, por
exemplo, no colesterol, na hipertensão, na evolução de doenças coronárias e no
sistema imunológico. Pessoas otimistas tendem a lidar melhor com o estresse,
ter hábitos mais saudáveis, além de apresentar melhor adesão aos tratamentos de
doenças crônicas e a necessidade de cirurgias, entendendo a necessidade da
intervenção e direcionando seu foco em ficar bem e não nos riscos.
Ouça música
Um estudo realizado pela
Universidade de Maryland, nos EUA, com 10 participantes que não tinham nenhuma
doença aparente constatou que quando eles ouviam por 30 minutos suas músicas
preferidas ocorria a dilatação dos vasos sanguíneos. Esse gesto se equipara a
reação de uma gargalhada, ao fazer atividades físicas ou quando tomavam
medicações para o sangue. O diretor da cardiologia da instituição, Michael Miller,
explica que ocorreu um aumento de 26% no diâmetro dos vasos, enquanto ao
ouvirem uma música que não agradava ocorria uma redução de 6%. Dessa forma, o
sangue flui mais facilmente, reduzindo as chances de formação de coágulos que
causam infartos e derrames, além de reduzir os riscos do endurecimento dos
vasos, característicos da aterosclerose.
Beba vinho
Um estudo publicado no
"Public Library of Science One", mostra que pequenas doses de
resveratrol, um tipo de substância antioxidante presente nas uvas, em especial
as tintas, protegem o coração contra o envelhecimento e reduzem os níveis de
colesterol ruim, o LDL. No entanto, não vale exagerar: uma taça de vinho por dia
é suficiente para dar proteger o coração sem maltratar o fígado, por conta do
teor alcoólico.
sexta-feira, 17 de abril de 2020
Tenha um sono reparador
Estudos recentes apontam
que cerca de 40% dos indivíduos hipertensos sofrem também de apneia obstrutiva
do sono, alertando para uma relação entre as doenças. A apneia atinge
aproximadamente sete em cada 100 pessoas e a incidência é maior no sexo
masculino. Estima-se que 24% dos homens de meia-idade e 9% das mulheres são
afetados pela apneia. A doença caracteriza-se pelo ronco que segue em um mesmo
ritmo, vai ficando mais alto e, de repente, é interrompido por um período de
silêncio. Neste momento, a pessoa fica totalmente sem respiração, mas, logo o
ronco volta ao ritmo inicial.
Segundo o presidente da
Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), Artur Beltrame Ribeiro, quem sofre
de apneia do sono apresenta mais variabilidade da pressão e o aumento está
ligado à lesão dos órgãos-alvo, como coração, cérebro e rins. Além disso, uma
noite bem dormida tem a ver com viver mais, de acordo com um estudo da
Universidade de Warwick e da Universidade Federico II, na Itália. De acordo com
os pesquisadores, quem dorme menos de seis horas ou mais de oito ao dia tem 12%
a mais de chance de morrer. Com a qualidade do sono prejudicado, crescem os
riscos de acidentes, por conta da sonolência, e de ataques cardíacos em função
do estresse.
Exponha-se ao sol
Alguns casos de
hipertensão podem estar ligados ao descontrole da pressão arterial causado pela
falta de vitamina D no organismo. Embora ela possa ser encontrada na manteiga,
na gema de ovo e no fígado, sua principal fonte de absorção é a luz solar.
Recomenda-se a exposição ao sol por cerca de 15 minutos por dia. O ideal é
conversar com seu dermatologista para ver o melhor horário para aproveitar o
banho de sol.
Vitamina D
Um estudo realizado pela
Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, revelou que 20% dos casos de
hipertensão em mulheres estão associados ao descontrole dos níveis da pressão
arterial em decorrência da falta de vitamina D no organismo. Este nutriente
pode ser encontrado em alimentos como a manteiga, gema de ovo, fígado, entre
outros, mas sua principal fonte de absorção é a luz solar. Portanto, 15
minutinhos de exposição ao sol são mais do que recomendados. O nutriente também
é importante no processo de absorção de cálcio e fósforo no intestino e na
mineralização, ou seja, crescimento e reparo dos ossos.
Insira mais vegetais no cardápio
Um importante estudo
científico divulgado no periódico americano Circulation demonstrou que o
consumo de proteínas de origem vegetal está associado à redução da pressão
arterial, ao mesmo tempo em que confirmou estudos anteriores de que o consumo
total de proteínas não aumenta os níveis de pressão sanguínea. O ácido
glutâmico, principal aminoácido encontrado nas proteínas vegetais, é um dos
micronutrientes que ajudam a controlar a pressão arterial. Essa é uma das
formas de se explicar a razão pela qual os vegetarianos têm menor tendência a
desenvolver hipertensão arterial.
Modere no açúcar
Reduzir o consumo de
açúcar é essencial para proteger seu coração. Um estudo publicado no Journal of
American Medical Association sugere que, assim como uma dieta rica em gordura
pode aumentar os níveis de triglicerídeos e colesterol, a ingestão de açúcar também
pode afetar as taxas de lipídios. Para a realização do estudo, foram analisados
os níveis de lipídios no sangue em mais de seis mil homens e mulheres adultos.
Os pesquisadores
descobriram que pessoas que consumiam mais açúcar tinham maior propensão de ter
uma doença cardiovascular. Os cientistas não sabem ao certo que processo está
envolvido nessa ligação do açúcar com o colesterol, pois até hoje, o que se
sabia era a associação entre o consumo de açúcar e o diabetes. No estudo, o
grupo de maior consumo ingeria uma média de 46 colheres de chá de açúcares
"escondidos" nos alimentos por dia. O grupo de menor consumo ingeria
uma média de apenas cerca de três colheres de chá por dia.
quinta-feira, 16 de abril de 2020
Reduza o consumo de carnes
Embora seja preciso
diminuir o consumo de carnes no geral, é indicado principalmente reduzir a
carne vermelha, pois apresenta uma quantidade maior de colesterol. Ainda mais
se conter capas generosas de gordura. Porém, isso não significa que elas devem
ser totalmente excluídas do seu cardápio. "Controlando a ingestão dos
outros alimentos fontes de colesterol, é possível ingerir carne vermelha até
três vezes por semana", diz a nutricionista Roberta Stella.
O fato de as carnes
vermelhas oferecerem mais colesterol, no entanto, não faz com que os outros
tipos de carnes possam ser consumidos à vontade. De acordo com Roberta, as
carnes brancas e magras também possuem colesterol e, por isso, devem ser dosadas.
"Os alimentos que contêm colesterol devem ser monitorados de uma forma
geral. Leve em conta que o total da gordura obtido em um dia deve ser menor que
300 mg", completa. Uma dica: 100 gramas de contra-filé grelhado com
gordura contêm 144 mg de colesterol. Sem a gordura, a quantidade diminui para
102 mg.
Prefira os óleos vegetais
Na luta para abaixar os
níveis de colesterol, em vez de apenas restringir o consumo dos tradicionais
vilões do coração (como as gorduras saturadas), você pode recorrer à ajuda de
alguns mocinhos. O óleo de canola e o azeite de oliva são bons exemplos de alimentos
que você deve incluir na dieta. Segundo a nutricionista Roberta Stella, as
gorduras monoinsaturadas presentes nos dois tipos de óleos vegetais ajudam a
reduzir as taxas de LDL, o mal colesterol. Já os óleos vegetais ricos em
gorduras poliinsaturadas, como o de soja, girassol e milho, aumentam os níveis
de HDL, considerado como bom colesterol. A dica da especialista, portanto, é,
além de ficar de olho na quantidade de gorduras saturadas e trans, dar
preferência aos alimentos com maior quantidade de gorduras mono e
poli-insaturadas.
Largar o cigarro
O organismo de quem fuma vive num eterno estado de conflito, ou melhor, de
inflamação. Não por menos, tabagistas sofrem de três a cinco vezes mais
problemas cardíacos do que sujeitos que não possuem a dependência. Pra começar,
a nicotina estreita
veias e artérias.
“O cigarro
contém uma enormidade de outros componentes que lesam o endotélio, a camada de
revestimento interno dos vasos”, detalha o cardiologista Abrão José Cury
Junior, do Hospital do Coração, na capital paulista. Esses machucados nos tubos
que levam o sangue são o lugar perfeito para que a gordura se deposite e dê
início à formação de placas e trombos. Isso sem contar que o tabaco atrapalha a
ação dos remédios empregados no manejo da pressão, do colesterol, da glicemia…
“Fumar é uma espécie de antídoto contra as medicações, o que é bastante
perigoso”, compara Cury.
O que fazer?
Nunca é tarde
para abandonar o vício. Familiares, grupos de apoio e tratamento médico são
armas valiosas para vencer o cigarro.
Muito além do tabaco
Todo tipo de fumo é prejudicial para o peito. Isso
vale para as versões eletrônicas, o charuto, o cachimbo e o narguilé (um
cachimbo com água típico do Oriente que virou moda entre os jovens). O cigarro,
por sua popularidade, acaba sendo objeto de muitos dos testes. Logo, suas ações
malévolas são descritas com maior frequência.
Perder (ou manter o peso)
O pelotão de cientistas que fez um levantamento sobre diabetes
achou que tinha pouco trabalho e resolveram pesquisar a obesidade nos
quatro cantos do planeta. Para isso, foram tabulados dados de 19,2 milhões de
adultos de 186 nações entre 1975 e 2014. Eles descobriram que a média do Índice de
Massa Corporal (IMC), cálculo utilizado para avaliar a
forma física, passou de 21 nos anos 1970 para 24 na atualidade – tendência
clara de engorda.
O número de
obesos pulou de 105 milhões para 641 nesse meio tempo. Os autores estimam que a
chance de atingirmos as metas de redução do sobrepeso nas próximas décadas é
igual a zero. “O excesso de peso propicia o acúmulo de gordura no coração,
colesterol e pressão elevados, descontrole da glicose e liberação de
substâncias inflamatórias”, lista a endocrinologista Maria Edna de Melo, da
Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. Ou
seja, tudo o que faz mal ao peito.
Metas do IMC (peso/altura2)
|
Abaixo do peso
|
menos de 18,5
|
|
Peso ideal
|
entre 18,5 e 25
|
|
Sobrepeso
|
entre 25 e 30
|
|
Obesidade grau 1
|
entre 30 e 35
|
|
Obesidade grau 2
|
entre 35 e 40
|
|
Obesidade grau 3
|
mais que 40
|
O que fazer?
Não há nada
melhor do que a velha fórmula exercício, alimentação saudável e dedicação para
eliminar quilos extras. Nos casos graves, os médicos avaliam a indicação de
remédios ou cirurgia.
Ter um cardápio saudável
Uma
investigação da Universidade de Oxford, na Inglaterra, acompanhou 450 mil
chineses por quatro anos para saber como era o consumo de frutas e hortaliças
entre eles. Cerca de 18% dos participantes comiam esses alimentos frescos todos
os dias. Quando comparados ao grupo de respondentes que afirmou não ingerir
vegetais, eles apresentavam uma pressão arterial mais baixa e níveis de glicose
sob rédeas curtas.
E olha que esses são apenas um dos itens da dieta ideal para a saúde do
coração. “O ômega-3, encontrado em peixes de água fria como a sardinha e o salmão,
e as fibras, presentes em grãos integrais, também atuam na prevenção das
doenças cardiovasculares”, destaca a nutricionista Marcia Gowdak, diretora
científica do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do
Estado de São Paulo.
O Life’s Simple
7 ainda pede para maneirar no sódio e nas bebidas açucaradas. “O abuso no sal
leva à hipertensão e estimula o apetite, o que faz a gente exagerar nas
refeições”, explica Marcia. O açúcar de refrigerantes e sucos, por sua vez,
abre as portas para o ganho de peso.
Metas
|
5 porções de frutas e verduras todos os dias
|
|
2 porções de peixes na semana, especialmente os ricos em ômega-3
|
|
3 porções de grãos ou cereais integrais por dia
|
|
Menos de 1 500 miligramas de sódio por dia
|
|
Menos de 450 calorias de bebidas açucaradas por semana
|
O que fazer?
Capriche na
feira e aproveite frutas e hortaliças para criar receitas saborosas e variadas.
Não coloque saleiros à mesa (tempere tudo antes) e prefira sucos naturais
feitos em casa.
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