Mostrando postagens com marcador Doenças Contagiosas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Doenças Contagiosas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Difteria



Principais características e sintomas:

Formas nasais : Semelhante ao resfriado comum, com coriza e febre. A forma faringoamigdaliana é a mais freqüente, com febre, mal - estar geral e dor de garganta.

Forma laríngea : Configura um quadro de laringe aguda, com tosse seca, rouquidão, estridor laríngeo (barulho provocado pela laringe durante a passagem do ar ) e dificuldade respiratória.

Acometimento em outras áreas : A pele é mais comum. Vagina, ouvido e conjuntiva ocular são raras vezes acometidos pelo bacilo diftérico.

Incubação : Entre duas e quatro semanas do início da evolução.

Trasmissão : Por contato íntimo, bem como por gotículas e secreções nasofaríngeas.

Tratamento : Objetiva fundamentalmente a erradicação do agente infeccioso. Baseia -se no emprego do soro antidiftérico e de antibióticos. As medidas terapêuticas gerais referem -se a alimentação, hidratação e higiene.

Isolamento : Com o uso de tratamento específico, o isolamento do paciente pode ser suspenso no fim de 2 ou 3 dias.

Complicações na criança : Acomete predominantemente crianças que vivem em condições precárias de higiene, e se define clinicamente pele presença de pseudomembrana localizada, de início, quase sempre na faringe.

Complicações nos adultos : Podem -se observar evidências do acometimento de múltiplos òrgãos e tecidos na difteria. As complicações mais comuns e de maior significado clínico são referentes ao coração, ao sistema nervoso, aos rins o às adrenais. A obstrução das vias respiratórias pelas pseudomembranas e pelas secreções acumuladas constitui causa frequente de morte.

Prevenção : Vacina.

Imunidade : Vacina ou infecção prévia.

Meningite Meningocócica tipos A, B, C



Principais características: Doença meningocócica de caráter infectagioso que acontece predominantemente em crianças acima de 6 meses de idade. Possui caráter endêmico e ocorre em todo o mundo.

Incubação : Varia de 2 a 10 dias.

Principais sintomas : Febre alta, vômitos e lesões cutâneas ( petéquias e equimoses - manchas na pele, de cor vinho/roxa, que indicam sangramento).

Transmissão : Contato direto, atravé de secreções nasofaríngeas de portadores de assintomáticos da bactéria e de doentes.

Tratamento : Administração de antibiótico específico por 10 dias.

Isolamento : Até 24 horas após o ínicio do tratamento específico.

Diagnóstico : Exame da amostra do líquido cefalorraquidiano e do material obtido nas lesões da pele.

Complicações : No período de vigência da doença pode ocorrer convulsão. Na convalescença podem ocorrer alterações na visão e audição, e no grau de intelectualidade.

Prevenção : Evitar aglomerações durante períodos epidêmicos, e vacinar - se.

Hepatite B



A hepatite B é a irritação e inchaço (inflamação) do fígado devido à infecção pelo vírus da hepatite B (HBV).

Tratamento

A hepatite aguda não precisa de outro tratamento além do monitoramento cuidadoso do fígado e de outras funções do corpo com exames de sangue. O paciente precisa descansar bastante, beber muito líquido e se alimentar de forma saudável.
Raramente se desenvolve insuficiência hepática, mas se for o caso, talvez seja necessário fazer transplante de fígado. O transplante de fígado é a única maneira de garantir a cura em alguns casos.
Alguns pacientes com hepatite crônica podem ser tratados com medicamentos antivirais ou com um medicamento chamado interferon peguilado. Esses medicamentos conseguem reduzir ou eliminar a hepatite B do sangue e reduzir o risco de cirrose e câncer no fígado.
O transplante serve para tratar graves lesões no fígado causadas pela hepatite B crônica.
Pacientes com hepatite crônica devem evitar bebidas alcoólicas e sempre verificar com o médico ou enfermeiro antes de tomar qualquer medicamento de venda livre ou suplementos à base de ervas. O que inclui até mesmo medicamentos como paracetamol, aspirina ou ibuprofeno.

Prevenção

Todas as crianças devem receber a primeira dose da vacina contra a hepatite B no nascimento e devem completar a série de três vacinas até os 6 meses. Jovens menores de 19 anos que não foram vacinados devem atualizar suas vacinas.
Pessoas com alto risco de contaminação, incluindo profissionais da saúde e aqueles que moram com alguém que tem hepatite B precisam se vacinar.
Recém-nascidos cujas mães estão infectadas com hepatite B no momento ou já tiveram a infecção devem receber uma vacinação especial que inclui imunoglobulina contra hepatite B e imunização da hepatite B nas primeiras 12 horas de vida.
A triagem de todo o sangue doado tem reduzido as chances de contaminação por hepatite B na transfusão de sangue. A notificação obrigatória da doença permite que os profissionais da saúde acompanhem pessoas que foram expostas ao vírus. A vacina é dada àqueles que ainda não desenvolveram a doença.
A vacina ou a imunoglobulina contra a hepatite B (HBIG) pode ajudar a prevenir a infecção se aplicada até 24 horas após a exposição.
Hábitos para prevenir a transmissão da hepatite B:
·         Evite o contato sexual com uma pessoa que tenha hepatite B aguda ou crônica.
·         Use preservativo e pratique sexo seguro.
·         Evite utilizar objetos pessoais de outros, tais como lâminas de barbear ou escovas de dente.
·         Não compartilhe seringas de drogas ou instrumentos de outras drogas (como canudos para cheirar drogas).
·         Limpe manchas de sangue com uma solução contendo 1 porção de alvejante para 10 de água.
O vírus da hepatite B (e o da hepatite C) não pode ser transmitido pelo contato casual, como mãos dadas, partilha de talheres ou copos, amamentação, beijo, abraço, tosse ou espirro.

Tuberculose



A tuberculose é uma doença infecto-contagiosa causada por uma bactéria que afeta principalmente os pulmões, mas, também pode ocorrer em outros órgãos do corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro).

Prevenção

Para prevenir a tuberculose é necessário imunizar as crianças com a vacina BCG. Crianças soropositivas ou recém-nascidas que apresentam sinais ou sintomas de Aids não devem receber a vacina. A prevenção inclui evitar aglomerações, especialmente em ambientes fechados, e não utilizar objetos de pessoas contaminadas.

Tratamento

O tratamento da tuberculose à base de antibióticos é 100% eficaz, no entanto, não pode haver abandono. A cura da tuberculose leva seis meses, mas muitas vezes o paciente não recebe o devido esclarecimento e acaba desistindo antes do tempo. Para evitar o abandono do tratamento é importante que o paciente seja acompanhado por equipes com médicos, enfermeiros, assistentes sociais e visitadores devidamente preparados.

Poliomielite



Sinônimos: Paralisia infantil
A poliomielite é uma doença viral que pode afetar os nervos e levar à paralisia parcial ou total.

Tratamento

O objetivo do tratamento é controlar os sintomas enquanto a infecção está em curso.
As pessoas com casos graves podem precisar de medidas de emergência, especialmente ajuda para respirar.
Os sintomas são tratados com base em sua gravidade. Os tratamentos incluem:
·         Antibióticos para infecções do trato urinário
·         Medicamentos (como betanecol) para retenção urinária
·         Calor úmido (bolsa de água quente, toalhas quentes) para reduzir a dor muscular e os espasmos
·         Analgésicos para reduzir a dor de cabeça, as dores musculares e os espasmos (normalmente não são usados narcóticos porque eles aumentam o risco de dificuldade respiratória)
·         Fisioterapia, órteses ou botas ortopédicas, ou cirurgia ortopédica para ajudar a recuperar a força e o funcionamento dos músculos

Prevenção

A imunização contra a pólio (vacina) previne efetivamente a poliomielite na maioria das pessoas (a imunização tem eficácia de mais de 90%).