Cerca
de 80% da população tem pelo menos um episódio de urticária na vida. As causas
podem ser diversas: ácaros, pólen, alimentos, medicamentos, picadas de
insectos, plantas ou até infecções e stresse. 'Também são cada vez mais comuns
os casos de urticária física, que surgem depois de estímulos como o frio, o
calor ou o exercício, e desaparecem a seguir', diz a alergologista Cristina
Santa Marta. Pode ainda ser um sintoma que, como a febre, remete para a
existência de outras doenças. 'As causas nem sempre se descobrem e, nesses
casos, a cura é difícil.'
Sintomas: Manchas avermelhadas e
pápulas que causam comichão.
Tratamento: Os anti-histamínicos
aliviam o prurido e reduzem a inflamação. Os corticosteróides devem ser reservados
para casos mais graves, já que quando usados por mais de um mês têm efeitos
secundários. Em metade dos casos costuma desaparecer naturalmente em dois anos.
Prevenção: O controlo do stresse
pode ajudar a reduzir a frequência e gravidade das crises.
Soluções alternativas
As
chamadas terapias não convencionais são especialmente eficazes em doenças
crónicas e podem ser uma ajuda preciosa.
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